It’s friday

A atriz principal do filme aí acima é uma H-D Sportster XLCH de 1961, totalmente restaurada e customizada. As Sportster surgiram em 1957, após o surgimento do modelo K em 1952, porém dotadas de algumas melhorias e um novo motor. Parece até um Shovelhead, lembre dele aqui, mas é um Ironhead. Ele é montado junto com a transmissão na mesma carcaça, da mesma forma que ocorre hoje com os Evolutions.

Diário da Eva – Espelhos rebatidos

Pode parecer brincadeira, mas a dúvida sobre H-D’s mais frequente são os espelhos rebatidos. Seja no posto de gasolina, parado no semáforo ou até quando estou me encapotando todo para sair, a pergunta varia, mas a ideia é sempre a mesma: “Os espelhos desse jeito não dificultam a visualização?”.

Na verdade, os espelhos rebatidos para baixo são originais na Forty-Eight, mas na Iron eles são montados para cima. E rebater os espelhos para baixo é a customização, ou uma das, mais comum dentre os proprietários de Iron. Talvez porque o estilo da motoca fique mais bravo, ou talvez porque é muito fácil fazer e não precisa de nenhuma adaptação. Dá uma olhada no vídeo aí…

Mas Louis, afinal, é ruim ou não deixar os espelhos para baixo? Sim e não! Explicarei:

– Sim, é ruim, porque aquela olhada rápida no espelho passa a ficar um pouco mais demorada e faz você mexer a cabeça para baixo, isso pode te prejudicar nas entradas rápidas e/ou desviar um pouco mais a atenção. Também atrapalha um pouco na passagem pelo corredor, quando você vai dar aquela “remada” por cima dos retrovisores dos carros parados muito juntos.

– Não, é bom, porque na posição original você enxerga os ombros e braços. Já rebatidos para baixo, a visão fica mais limpa e livre.

Lógico que não consigo explicar tudo isso parado no farol… usando capacete ainda, pode esquecer. Por isso a reposta é sempre a mesma: “Fica diferente, precisa se acostumar!”.

 

RXC Heavy Flux

Pelo título do post você já lembrará do Raphael… falei dele aqui. Pois bem, ele me mandou umas fotos de um novo modelo batizado de Heavy Flux. O modelo é muito interessante, pois é uma releitura do modelo que uso, porém retrabalhado para melhorar o fluxo de ar. O resultado ficou sensacional, como sempre… Parabéns pelo trabalho Raphael!!

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Diário da Eva – Tail Light [UPDATE]

Falei aqui sobre a instalação do tail light para a Eva. Inclusive comentei de alguns vídeos para instalação do kit original, mas acabei não disponibilizando no momento. Mesmo sendo sobre a instalação de um kit original, que vem com o chicote pronto, acho válido postá-lo para ajudar ou incentivar vocês a colocar a “mão na massa”.