Baden Baden Witbier – Geladas

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Minha preferência por witbiers não é segredo aqui no GASOLINE SAUCE. Acho uma cerveja extremamente refrescante, aliás mais refrescante do que as standard lagers que conhecemos, ao contrário do que muitos pensam. As witbiers são originárias da Bélgica, lembre-se da história aqui, e normalmente apresentam uma coloração bem característica amarelo palha. A melhor palavra para definir uma witbier é: elegência.

A Baden Baden Witbier não é diferente. Produzida com maltes de trigo e de cevada, ela não é filtrada e seu sabor traz a refrescância cítrica da laranja, com um leve sabor picante do coentro. Na verdade a não filtração da cerveja é por conta dos grãos do trigo, que possuem uma casca pequena e tornam a filtração, em muitos casos, opcional.

Por conta do coentro ela harmoniza com frutos do mar, peixes e queijos branco (brie, camembert e cabra). Aliás, aprendi uma dica simples e que ajuda na escolha da cerveja para acompanhar seu prato: cervejas claras combinam com carnes brancas, sendo sua recíproca verdadeira, ou seja, cervejas escuras com carnes escuras. Não é uma regra, mas ajuda demais.

baden-baden-witbierCerveja: Baden Baden Witbier

Transparência: Turva, opaca

Cor: Amarelo palha

Espuma: Branca, de média formação

Aroma: Cítrico (cascas de laranja) e coentro

Sabor: Cítrico, com baixo amargor, corpo médio e ótimo drinkability

Copo: Pint (inglês), ou Caldereta

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Gosta de witbier? Veja também aqui e aqui.

Barco Thai – Geladas

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Thai ou Thailand, traduzido em português, Tailândia! Falando assim já lembro de Bangkok e do filme “Se beber não case II”, com aquela vida noturna agitada e a paz e serenidade dos templos budistas. Mas não, para essa weissbier a Tailândia foi a inspiração que faltava para adicionar gengibre na receita. Gengibre?! Não fica forte?!

Não! A Barco Thai é tão equilibrada e refrescante, que você vai quase meditar enquanto estiver apreciando. Utiliza lúpulos importados da Alemanha e República Tcheca, que garantem a qualidade extrema da cerveja, mas não carregam amargor na cerveja.

292x4382ada689961c09740456d5a919ada21fbCerveja: Barco Thai

Transparência: Leve turbidez

Cor: Dourado claro, que lembra bastante uma Witbier

Espuma: Branca de boa formação e persistência

Aroma: Cítrico, cravo e gengibre

Sabor: Segue aroma

Copo: Weizen

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Não se esqueça do copo certo e se não sabe servir, leia aqui.

Está vivo!

Confesso, o GASOLINE SAUCE ficou um pouco parado sim! Corrido demais para escrever e me dedicar, desanimado por conta da péssima notícia sobre a Iron ou talvez até por uma crise de identidade… a verdade é que não importa muito o porquê, o que importa é: falar sobre motos e cervejas!!

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Mas não se preocupe, prometo arrumar a bagunça e retomar com o conteúdo. E para me redimir com os leitores do GS, segue uma seleção de posts que gosto:

Desventuras em série – Episódio I

Tenho falado pouco sobre a Eva por aqui… as vezes por falta de novidades, visto que as customizações que desejava fazer já consegui fazer. Na verdade, acho que nenhum dono de H-D fica muito tempo quieto quando o assunto é customização, apenas chegamos numa zona de conforto. Acho que já estou nessa zona… a Eva já está com o stage I montado, espelhos rebatidos, tampas personalizadas, tail light, algumas tranqueiras protetoras arrancadas e suporte de placa lateral.

Mas nem tudo é perfeito no universo trepidante da H-D. O suporte lateral que instalei na Eva fica preso no eixo da roda e não mais no para-lamas. Ele é nada mais, nada menos, do que uma chapa de aço carbono de aproximadamente 4,0 mm de espessura, dobrado em L, com local para fixação da placa e da luz que a ilumina. Até aí, tudo certo.

Se você buscar um pouco pelas lembranças das aulas de física do ensino médio, na minha época chamado de colegial, irá lembrar de momento físico, ou só momento. O momento é uma grandeza que representa a magnitude da força aplicada em um sistema perante uma distância conhecida de um eixo de rotação. É o conceito do braço de momento ou efeito alavanca, quanto maior a alavanca menor será a força aplicada. E daí?

Falei que o suporte era um L, certo?! E um L, preso pela ponta, se torna uma alavanca. Somando-se o peso da luz de placa ao peso próprio do suporte, o conjunto teve grau de liberdade suficiente para trepidar… e como trepidou. Trepidou tanto, que foi aos poucos foi soltando os parafusos de fixação, rasgou a região e ficou pendurada pelo lacre trincado até eu ser avisado em um semáforo.

Na “oficina” fixei novamente com outros parafusos, mesmo sabendo que ela poderia se soltar novamente e eu a perderia de vez. Durante dois dias, sob olhar meu olhar atento em todas as paradas, a placa se manteve em seu lugar. Até que no terceiro dia ela se soltou e após estacioná-la em frente ao prédio do escritório, percebi que ela não estava mais lá.

B.O., procedimentos, pedidos, taxas, fila e enfim uma placa nova. Feliz e aliviado, consegui desencanar do stress que o suporte x placa me causaram. Mas fique ligado, essa história não termina aqui.