Chegaram no Brasil! [UPDATE]

Não comentei nada até agora sobre o preço das Vespas aqui no Brasil, justamente porque não estou querendo acreditar. Eu falei aqui que as Vespas foram justamente criadas com a intenção de ser um veículo barato e agora a mais barata, Primavera 125 cm³, custa R$ 22.890,00.

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Primavera 150 (série histórica) ::: R$ 27.930,00

E ainda tem a GTS 300 por R$ 32.930,00 e a Sprint 150 por R$ 26.930,00. Já vejo até as chamadas publicitárias com a incrível palavra “oportunidade”. Para você ter uma ideia, até o terceiro trimestre a H-D vendeu 717 unidade de 883 Iron em 2016, veja aqui os dados completos. Logo, facilmente vamos encontrar unidade zero quilômetros da série histórica em 2018!

Geladas – Faxe Premium

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Durante o século IX, se você avistasse um Drakkar (barco viking) se aproximando muito provavelmente iria de encontro ao seu Deus antes do planejado. Isso porque os vikings eram assustadores, se aproximavam rápido e devastavam regiões, tomados por um frenesi insano (berserkir). Na verdade, vikings, é o nome dado aos nórdicos, hoje compreendidos pela Escandinávia: Noruega, Suécia, Islândia, Finlândia e Dinamarca.

Justamente essa brutalidade e personalidade guerreira não permitiram a dominação do Império Romano, não sendo sucumbidos ao vinho. Então, aquela imagem de uma festa viking, com guerreiros sentados à mesa farta, tomando cerveja em cifres, é real. A cerveja era consumida nas comemorações e cultos vikings, não era sagrada, mas certamente consumida até a embriaguez. Existiam até homenagens ao Deus Odin (o Deus dos Deuses) e a Thor (filho de Odin, protetor dos vikings), aonde apenas aqueles que tomavam grandes quantidades de cerveja poderiam participar. A maior honra para um viking era ser aceito no palácio de Odin, para beber cerveja a vontade.

Fiz uma introdução histórica para falar da Faxe Premium, uma lager de respeito, dinamarquesa, feita com água dos fiordes e servida justamente em uma lata de 1L. Muito mais fácil entender o motivo do volume da lata, não é mesmo? E para comemorar o 115º aniversário a lata ficou mais bonita com gravuras vikings. Não deixe de experimentar essa suave e refrescante cerveja, com ótimo drinkability.

medium_faxe_115anniversary_1000ml_canCerveja: Faxe Premium

Transparência: Cristalina

Cor: Dourada

Espuma: Branca de média formação e persistência

Aroma: Malte e cereais

Sabor: Segue aroma

Copo: Lager ou Caneca, para entrar no espírito viking

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E apesar do que todos pensam, os vikings não tinham chifres em seus elmos. Essa crença celta dizia que os chifres protegiam do céu, que poderia lhes cair nas cabeças. Mas isso nunca foi verdade.

Thug style

Enviadas pelo meu correspondente europeu Rodrigo Meninu, essa bandida aí me enganou na identificação do modelo. Mas, consegui!!

É uma Nightster, mas nem consigo listar os itens customizados… praticamente só peguei pelas rodas raiadas e pintura do motor, cinza mais escuro que a 883 STD. De resto, tudo foi customizado: filtro de ar, escapamento, para-lamas traseiro, banco sela, tanque (grafismo e tank lift), amortecedores, guidão, suporte da placa… fora o que não conseguimos ver nas fotos. Gostei muito dessa britânica aí!!

Aliás, lembre-se da Nightster aqui.

Born to be wild!

Esse não é só o refrão de uma música, é praticamente um jargão para quem tem uma H-D! E porque estou falando isso? Porque no Marcio Vital (BH Riders) fotografou um rolê com os amigos e uma moto em especial me chamou atenção… justamente aquela que possui essa frase na capa da correira.

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Ele já havia fotografado apenas ela em uma outra ocasião, veja aqui, mas reparem que alguma coisa mudou. Sim, exatamente… pneus Firestone Champion Deluxe! Falei deles aqui.

Essa bandida aí está rebaixada com amortecedores PS na traseira e a frente mexida. Não existe mais para-lamas, como uma bobber deve ser, e as bengalas dianteiras estão cobertas por uma capa. Simplesmente fantástica, mas se fosse minha eu já teria arrancado a capa da correia, aqui.

Diário da Eva – Parceria

Nesse mês de outubro, a Eva e eu completamos um ano de parceria. Durante esse período aprendi muito coisa sobre ela: manutenção, customização, história e até mesmo condução. Muitos desses assuntos eu posto aqui, algumas vezes apenas como relato… outras vezes como tutorial. Alguns deles são muito acessados e espero que tenha ajudado de alguma forma, seja pela especificação do óleo (aqui e aqui), pelas customizações (aqui e aqui) ou pelas manutenções (aqui e aqui).

De qualquer maneira é muito bom poder contar com ela no meu trajeto para casa… uma espécie de terapia!

Nota:

– A 883 R em segundo plano é de um colega de trabalho. Outro apaixonado por H-D!!

Bonnevilles

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Buscando um pouco de organização e esclarecimento sobre uma motocicleta que me atrai muito, resolvi resumir aqui tudo que encontrei sobre a Bonneville. Sim, a tão sonhada motocicleta base de uma autêntica Cafe Racer. Minha bagunça mental começou quando a Triumph anunciou alguns lançamentos, como a Street Twin, por exemplo.

3627362079_a4133a2ab7_zMas vamos começar em 1959, quando a primeira Bonneville foi lançada. Com motor de dois cilindros paralelos, 650 cm³ 4T e câmbio de quatro marchas, a T120 foi produzida até 1974 já com muitas modificações desde o modelo original de 1959. Em 1975, a T140 ganhou um motor de 724 cm³, câmbio de cinco marchas e alavanca de câmbio do lado esquerdo. Dá para imaginar trocar as marchas com o pé direito?!

Assim a Bonneville T140 foi ganhando melhorias, incluindo freios a disco e partida elétrica, porém em 1983 deixou de ser produzida, com um retorno breve de 1985 à 1988 graças à John Bloor, novo proprietário da Triumph Motorcycles. Em 2001, a Triumph lançou a Bonneville T100 com motor de 790 cm³ produzida exclusivamente na Inglaterra. Em 2006, todos os modelos ganharam um motor de 865 cm³ e eram carburados, mas passaram a ter injeção eletrônica em 2008.

Seguindo assim o modelo T100 se tornou a base dos demais modelos da linha Modern Classic da Triumph, iniciando-se em 2004 com a Thruxton, uma Cafe Racer de fábrica e a Bonneville Black, que contava com o motor e outros elementos pintados de preto. Em 2006 tivemos também a Scrambler, que contava com escapamentos elevados.

Tudo permaneceu sossegado até ano passado, com o anúncio das novas Bonnevilles. A T100 saiu de linha e liberou espaço para a Street Twin, com motor de 900 cm³ e visual dark, focado no público jovem, praticamente já cativado pelas H-D 883 Iron e Forty-Eight.

Em um segundo patamar encontramos a T120 e a T120 Black, que saem de fábrica com motor invocado de 1.200 cm³, sendo a primeira com estilo clássico e cheio de cromados e a segunda com um visual dark, da mesma forma que a Triumph já havia feito no passado.

A Thruxton não podia ficar de fora, e não ficou, sai de fábrica com mesmo bruto motor de 1.200 cm³ refrigerado à líquido e pode ser encontrada em duas versões, sendo a R a mais invocada dotada de freios Brembo e suspensão dianteira Showa, suspensão traseira a gás Öhlins e pneus esportivos… a verdadeira evolução de uma Café Racer.

Durante o Salão de Colônia (Intermot 2016), a Triumph anunciou a Street Cup, uma variação da Street Twincom visual esportivo, porém mantendo o mesmo motor de 900 cm³ de dois cilindros. As novas T100 e T100 Black também foram apresentadas no salão, fazem cia à Street Twin nas motos de entrada e possuem o clássico visual das Bonnevilles.

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Agora, em Outubro de 2016, a Triumph preparou um novo modelo batizado de Bonneville Bobber. E como o nome diz, é uma fantástica bobber!! Dotada de um câmbio de seis marchas e do já citado motor de 1.200 cm³ de dois cilindros HT, ou seja, High-Torque = “torcudo”.

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Quem disse que precisa ter motor V2 para ser uma bobber? Se fosse assim, Cafe Racer deveria ter motor de dois cilindros paralelos, certo?

It’s friday

Foi exatamente desse jeito que surgiram as Scramblers, que hoje estão “voltando na moda”. Eram as motos customizadas para ter um pouco mais de garra na terra, ou seja, pneu off-road, escapes mais altos e guidão largo.

E o nome? Vem do verbo to scramble (subir ou escalar rapidamente com dificuldades, usando as mãos para auxiliar). Legal né?!

Geladas – Júpiter 10 Lúpulos

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O nome dessa cerveja já te diz o que você deve esperar, lúpulo. Na verdade, dez tipos diferentes de lúpulo! A JÚPITER 10 LÚPULOS é uma Double IPA, mais equilibrada entre corpo e amargor. O primeiro gole me fez olhar espantado para a garrafa, já que esperava um soco de tanto lúpulo. Muito pelo contrário, ela é agradável e equilibrada, deixando os aromas todos se concretizarem na boca. No final você sentirá o teor alcoólico mais elevado, visto que ela tem 8,5% ABV, contra os tradicionais 7,0 ou 7,5% ABV de uma IPA tradicional.

Eu não disse que eram 10 lúpulos? Então, são eles: Simcoe, Ahtanum, Topaz, Amarillo, Cascade, Centennial, Columbus, Equinox, Citra e Motueka. E sob um olhar mais atento no rótulo, você verá uma mandala justamente com dez pontas demarcadas por flores de lúpulo. Mais interessante que isso é a definição de mandala.

Significado de Mandala: círculo em palavra sânscrito. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia.

292x438f3bfe4654fe05e2fd6a8238ae856bd0bCerveja: Júpiter 10 Lúpulos

Transparência: Levemente turva

Cor: Cobre alaranjado

Espuma: Bege, de média formação

Aroma: Cítrico e herbal marcante

Sabor: Amargor equilibrado

Copo: Caldereta/Shaker

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Lembrando que você pode ver aqui outra Júpiter. Vale a experiência!